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Inovação não é moda, e veio para ficar!

O CENÁRIO ATUAL

O cenário atual é complexo e desafiador, abrangendo elementos voláteis que norteiam a atuação empresarial e direcionam as atividades inovadoras. Os clientes, cada mais exigentes, querem algo novo todos os dias. A globalização eliminou muitas barreiras, gerando uma competição em nível mundial. A automatização dos processos modificou as formas de trabalho. A era da informação está estabelecida, e a ferramenta de acesso a ela está, literalmente, na palma da mão. Não há dúvidas de que o mundo mudou radicalmente nos últimos 20 anos e, certamente, continuará mudando, mas em uma velocidade cada vez mais acelerada. Não há bola de cristal que preveja o futuro, mas também não precisa ser um guru pra saber que o nível de incerteza em relação aos novos tempos aumenta a cada dia.

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Desempenho da carteira de empresas inovadoras em julho

Julho foi mais um mês conturbado nas áreas econômicas e políticas do Brasil e o mercado financeiro respondeu com pessimismo. Balanços de algumas empresas aquém do esperado, somados à ineficiência das medidas de ajuste fiscal do governo puxaram o Ibovespa para perdas de 4,1%.

Felizmente o índice de empresas inovadoras conseguiu um desempenho menos negativo, caindo 2,1% em julho. O destaque do mês de julho ficou por conta das ações da Brasil Foods. No longo prazo o 3i continua bastante superior ao Ibovespa, acompanhe o gráfico:

3i-julho-2015

Equipe Innoscience

Desempenho da carteira de empresas inovadoras em abril

Nos últimos 12 meses o 3i valorizou 3,42% comparado com um resultado negativo do Ibovespa de 0,08%.

Analisando apenas o mês de abril, o Ibovespa superou o 3i, subindo 9,92% e 1,92% respectivamente. Na carteira 3i, destaque para as ações da Randon, Marcopolo e Braskem.

Clique na imagem para ampliar o gráfico:

indice-de-inovacao-3i-abril

 

Para baixar o relatório completo com o desempenho em 2014 acesse: http://innoscienceblog.com.br/2015/01/12/relatorio-do-desempenho-da-carteira-de-acoes-das-empresas-inovadoras/

Veja também a reportagem publicada no Jornal Valor Econômico sobre o 3i (Índice de Inovação Innoscience): http://innoscienceblog.com.br/2015/01/22/inovacao-ajuda-desempenho-de-acoes-em-bolsa-diz-estudo/

Qual foi melhor em janeiro: Ibovespa ou Inovadoras (3i)?

Janeiro foi mais um mês difícil para investidores na bolsa de valores. Notícias ruins relacionadas à corrupção na Petrobras e aumento de impostos pressionaram o valor das ações tanto do Ibovespa quanto da carteira de empresas inovadoras (3i). Ambos índices fecharam no vermelho, perdendo 6,2% e 8,4% respectivamente. No longo prazo, desde 2009, o 3i ainda mantém larga vantagem em relação ao desempenho do Ibovespa.

3i - JANEIRO 2015

Para baixar o relatório completo com o desempenho em 2014 acesse: http://innoscienceblog.com.br/2015/01/12/relatorio-do-desempenho-da-carteira-de-acoes-das-empresas-inovadoras/

Veja também a reportagem publicada no Jornal Valor Econômico sobre o 3i (Índice de Inovação Innoscience): http://innoscienceblog.com.br/2015/01/22/inovacao-ajuda-desempenho-de-acoes-em-bolsa-diz-estudo/

Felipe Ost Scherer

Inovação ajuda desempenho de ações em bolsa, diz estudo

A Innoscience foi destaque em artigo publicado na edição impressa do Jornal Valor Econômico sobre o Índice de Inovação Innoscience (3i). Abaixo o artigo na integra e link para fazer download gratuito do relatório de desempenho de 2014:
Investir em inovação pode ajudar a melhorar o desempenho da ação de uma empresa em bolsa. Estudo feito pela Innoscience, consultoria em inovação e estratégia, mostra que companhias inovadoras tiveram, de 2009 a 2014, uma rentabilidade de 178,8%, ante valorização de 33,17% do Ibovespa.
                                                           
O Índice de Inovação Innoscience foi desenvolvido para acompanhar o desempenho das empresas mais inovadoras do Brasil. É constituído por uma carteira de 20 empresas que foram classificadas como as mais inovadoras do país a partir de rankings divulgados pelas seguintes publicações de gestão de negócios: Forbes, Fast Co, Amanhã e Época.
 
As companhias que compõe atualmente o chamado “3i” são ALL, AmBev, Bematech, Braskem, Coelce, CPFL Energia, Fleury, Grendene, Karsten, BRF, Magazine Luiza, Marcopolo, Portobello, Positivo, Randon, Renner, Tecnisa, Vale, Weg e Whirpool. Para as empresas que possuem ações ordinárias e preferenciais, foi feita uma média entre os dois valores. A atualização da carteira é realizada anualmente e companhias que estão em mais de um ranking têm peso dobrado na composição da carteira.
 
O sócio-fundador da Innoscience, Felipe Ost Scherer, diz que a inovação auxilia na competitividade e na imagem de uma empresa. Segundo ele, há quatro grandes motivadores para o desenvolvimento da inovação em uma empresa. O primeiro deles é o consumidor, que deseja produtos novos, desenvolve novas necessidades e demanda essas novidades das empresas. Os desafios internos, como produtividade, redução de custos e qualidade, são outro fator. Cenários macroeconômicos desafiadores também impelem companhias a inovar. A concorrência é outro fator que impulsiona a inovação.
 
Apesar do desempenho desde 2009, o ano de 2014 foi o primeiro no qual o índice de empresas inovadoras teve queda maior que a do Ibovespa. A carteira teve desvalorização de 15,49%, ante queda de 2,91% do principal indicador da bolsa. Os melhores desempenhos no ano foram dos papéis da BRF (29,9%), Lojas Renner (25,4%) e Bematech (3,0%). Os destaques negativos ficaram com Randon (-63,9%), Tecnisa (-57,0%) e Karsten (-55,6%).
 
O sócio da Proxycon e presidente da Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec) Nacional, Reginaldo Alexandre, diz que a inovação não é fator determinante para o desempenho das ações e dificilmente tem resultado de curto prazo. Mas ele afirma que, no processo de avaliação sistemática de longo prazo de ações, os analistas incluem a inovação nos cálculos e ela traz sim resultado para as empresas. “A inovação, não só de produtos, mas de processos, é capturada nas projeções dos analistas no fluxo de caixa futuro das companhias”, diz.
 
Segundo ele, a inovação reduz os riscos associados aos negócios e uma empresa reconhecidamente inovadora pode ser vista como defensiva no mercado financeiro, já que tende a oferecer proteção em momentos difíceis.
 
No caso de várias empresas da lista da Innoscience, fatores alheios à inovação pressionaram os negócios em 2014. Randon, por exemplo, teve o preço-alvo das ações rebaixado pelo Credit Suisse em novembro, com expectativa de um 2015 fraco para a indústria de veículos pesados.
 
A Tecnisa é outro caso de empresa cujo setor não está passando pelo melhor momento. A expectativa é de que o mercado de incorporação de imóveis brasileiro encolha em 2015, comparado com os resultados do ano passado. Já no caso da Karsten, o setor têxtil no Sul do país concedeu, no fim de 2014, férias mais longas aos funcionários, para reequilibrar estoques.
Fonte: Valor Econômico / Aline Cury Zampieri – 21/01/15
valor economica 21-01-2015
Para baixar o relatório completo da carteira das empresas inovadoras acesse: http://cmp.innoscience.com.br/3i-indice-inovacao-innoscience/